terça-feira, 23 de junho de 2009

Intuição

Canta uma canção bonita
Falando da vida em ré maior
Canta uma canção daquela
De filosofia
É mundo bem melhor...

Canta uma canção que agüente
Essa paulada e a gente
Bate o pé no chão
Canta uma canção daquela
Pula da janela
Bate o pé no chão...

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito
Coerente ou não
Sem o verso estilizado
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canta o que não silencia
É onde principia a intuição
E nasce uma canção rimada
Da voz arrancada
Ao nosso coração...

Como, sem licença o sol
Rompe a barra da noite
Sem pedir perdão
Hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão...

Canta uma canção bonita
Falando da vida em ré maior
Canta uma canção daquela
De filosofia
É mundo bem melhor...

Canta uma canção que agüente
Essa paulada e a gente
Bate o pé no chão
Canta uma canção daquela
Pula da janela
Bate o pé no chão...

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito
Coerente ou não
Sem o verso estilizado
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canta o que não silencia
É onde principia a intuição
E nasce uma canção rimada
Da voz arrancada
Ao nosso coração...

Como, sem licença o sol
Rompe a barra da noite
Sem pedir perdão
Hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão
E hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão...

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito
Bate o pé no chão
Sem o verso estilizado
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canta uma canção bonita
Falando da vida em ré maior
Canta uma canção daquela
De filosofia
Do mundo bem melhor
Canta uma canção que agüente
Essa paulada e a gente
Bate o pé no chão...

E hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão...

Oswaldo Montenegro

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